Qual carregador devo escolher agora?
A Trieletro quer ser a camada independente que transforma um mercado fragmentado em uma decisão simples: melhor custo, menor tempo ou maior chance de funcionar.
Investir na pergunta certa, antes de investir no produto inteiro.
Aprovar um ciclo de validação de 90 dias, com orçamento limitado e métricas objetivas.
Avançar para MVP, reposicionar para B2B/API ou interromper a tese.
O mercado está saindo da escassez e entrando na coordenação.
pontos públicos e semipúblicos de recarga no Brasil
veículos plug-in acumulados até maio de 2026
participação dos eletrificados nas vendas de leves em julho
Encontrar um carregador não é o mesmo que escolher um bom carregador.
- Aplicativos e logins de várias redes
- Tarifas diferentes por estação, horário e operador
- Disponibilidade desatualizada ou incompleta
- Potência anunciada que não corresponde à experiência
- Sem visão clara de tempo, desvio e custo total
Uma busca. Quatro formas de decidir.
Preço + tempo + desvio + confiabilidade = custo efetivo da parada
O ranking não pode olhar só para R$/kWh.
Custo efetivo
Tarifa, ativação, tempo, desvio de rota, ocupação e custo total.
ChargeScore
Uptime, falhas, potência entregue, avaliações e atualidade dos dados.
Histórico
Preço e comportamento por horário, estação, veículo e corredor.
A concorrência já cobre boa parte da jornada. A Trieletro precisa conquistar uma posição que eles não ocupam.
PlugShare
Vantagem: marca global, cobertura e efeito de comunidade.
Risco: pode adicionar comparação de preço e rota usando sua base instalada.
Carregados
Vantagem: já exibe preços, check-ins e confiabilidade.
Risco: a tese da Trieletro pode parecer uma cópia sem dados melhores.
Tupi + VoltBras
Vantagem: estão próximos dos CPOs e dos dados OCPI.
Risco: podem controlar integração, pagamento e distribuição antes da Trieletro.
Montadoras
Vantagem: têm o usuário, o veículo e o canal de aquisição.
Risco: BYD, GWM ou outra marca pode fechar seu próprio roaming.
Cenário de derrota
Os operadores entregam dados e transações diretamente a Tupi, VoltBras ou às montadoras. A Trieletro fica com um mapa sem diferencial e sem acesso à conversão.
Condição para vencer
Ser independente antes de ser grande: fechar parceiros em um corredor, medir a qualidade real e construir um ranking que nenhum operador consegue oferecer sozinho.
Começar como comparador. Crescer como infraestrutura.
Metabusca
Localização, tarifa, potência, status, compatibilidade e confiabilidade.
Marketplace
Encaminhar, iniciar e pagar sessões. Monetizar por comissão.
Roaming
Uma conta, um meio de pagamento e múltiplas redes.
O B2B pode ser maior que a assinatura do motorista.
O ativo valioso não é apenas a interface. É a base nacional normalizada de recarga e sua distribuição para quem já tem escala.
- Comissão por recarga e fee de roaming
- API de preço, disponibilidade e rota
- White label para montadoras e apps
- Inteligência para operadores e investidores
- Gestão de recarga para frotas
Provar valor antes de construir complexidade.
operadores ou fontes oficiais integrados
proprietários de EV testando o produto
de dados atualizados no corredor inicial
A oportunidade é real. O acesso aos dados é o teste.
Operadores fechadosParceiros âncora, proposta de valor clara e camada comunitária.
Player executa antesVelocidade, foco regional e neutralidade entre ecossistemas.
Dados inconsistentesTimestamp, origem, confiança e histórico visíveis ao usuário.
Baixa frequência B2CEntrar também por API, montadoras e frotas.
Aprovar a validação. Não aprovar a escala ainda.
- Operadores aceitam compartilhar dados ou transações
- Motoristas preferem recomendação a um mapa
- Clientes B2B pagam por dados, distribuição ou infraestrutura
A Trieletro não precisa possuir os carregadores.
Precisa se tornar a melhor resposta para decidir onde carregar e a infraestrutura que torna essa decisão executável.
Pergunta para deliberação: qual evidência mínima justifica o investimento no MVP?